sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Têm sido difícil sem você, um vazio imenso no meu peito. É como se o vento entrasse por essa ferida e esfriasse meu sangue. Como me tornei frágil, amarga e calculista. Você perseguisse meus pensamentos, rouba meus suspiros e tira todas as minhas esperanças de tentar ser feliz de novos modos. Só me diz, por que eu ainda te amo tanto? Depois de tantas desilusões e expectativas mal realizadas eu continuo sendo a mesma tola por você. Continuo a viver, permaneço à lembrar.

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